As duas vidas de Yan Michalski

Aleksandra Pluta

Strona główna/Wydania papierowe/Biografie, Historia/As duas vidas de Yan Michalski

Cena:

30,00 

Warszawa 2022, s. 260.

[...] O capítulo brasileiro na biografia de Yan Michalski começou exatamente três anos após o fim da Segunda Guerra Mundial. Guerra essa que ele passou na Polônia e durante a qual perdeu o pai, a mãe, os avós e as tias. Ele viu toda a sua família mais próxima pela última vez quando deixou os muros do gueto de Częstochowa aos onze anos. A partir de então teve de cuidar sozinho de uma questão essencial, a sua sobrevivência. Depois de chegar ao Brasil, falava pouco e com relutância sobre sua infância. Até hoje, pode-se ouvir, no máximo, uma frase curta de seus parentes mais próximos, amigos e colegas: “Yan precisava se esconder em um armário.” Essa frase é tão vívida que substitui uma longa história que Yan poderia contar se quisesse compartilhar sua existência com alguém. Poderia, mas provavelmente não compartilhou com ninguém. Em uma ou duas entrevistas, quando um jornalista perguntou sobre sua vida durante a guerra, respondeu sucintamente: “Minha infância foi semelhante à descrita por Anne Frank em seu diário.”

Aleksandra Pluta nascida na Polônia, é mestra em Jornalismo pela Università La Sapienza em Roma e doutora em Literatura pela Universidade de Brasília. Sua pesquisa concentra-se nos assuntos relacionados à imigração polonesa nos países da América Latina. É autora dos livros: Na onda da história. Imigração polonesa no Chile, 2009, Raul Nałęcz-Małachowski. Memórias de dois continentes, 2012, Andrés, uma vida em mais de 3000 filmes, 2014, Ziembinski. Aquele bárbaro sotaque polonês, 2016, e Caminho para o Rio, 2017. Seus livros foram publicados na Argentina, no Brasil, no Chile e na Polônia.

As duas vidas de Yan Michalski

Aleksandra Pluta

Strona główna/Wydania papierowe/Biografie, Historia/As duas vidas de Yan Michalski

Cena:

30,00 

Warszawa 2022, s. 260.

[...] O capítulo brasileiro na biografia de Yan Michalski começou exatamente três anos após o fim da Segunda Guerra Mundial. Guerra essa que ele passou na Polônia e durante a qual perdeu o pai, a mãe, os avós e as tias. Ele viu toda a sua família mais próxima pela última vez quando deixou os muros do gueto de Częstochowa aos onze anos. A partir de então teve de cuidar sozinho de uma questão essencial, a sua sobrevivência. Depois de chegar ao Brasil, falava pouco e com relutância sobre sua infância. Até hoje, pode-se ouvir, no máximo, uma frase curta de seus parentes mais próximos, amigos e colegas: “Yan precisava se esconder em um armário.” Essa frase é tão vívida que substitui uma longa história que Yan poderia contar se quisesse compartilhar sua existência com alguém. Poderia, mas provavelmente não compartilhou com ninguém. Em uma ou duas entrevistas, quando um jornalista perguntou sobre sua vida durante a guerra, respondeu sucintamente: “Minha infância foi semelhante à descrita por Anne Frank em seu diário.”

Aleksandra Pluta nascida na Polônia, é mestra em Jornalismo pela Università La Sapienza em Roma e doutora em Literatura pela Universidade de Brasília. Sua pesquisa concentra-se nos assuntos relacionados à imigração polonesa nos países da América Latina. É autora dos livros: Na onda da história. Imigração polonesa no Chile, 2009, Raul Nałęcz-Małachowski. Memórias de dois continentes, 2012, Andrés, uma vida em mais de 3000 filmes, 2014, Ziembinski. Aquele bárbaro sotaque polonês, 2016, e Caminho para o Rio, 2017. Seus livros foram publicados na Argentina, no Brasil, no Chile e na Polônia.